Em um lançamento direto de São Francisco, a banda Used to Be Valentines traz uma proposta que mescla pop punk, emo e rock alternativo com o lançamento de seu novo single, Don’t Call Me Baby. Esta faixa não só marca uma significativa evolução na carreira do grupo, como também representa a estreia da vocalista Rachel Lynch no mundo da música.
Com influências do pop punk dos anos 90 e do emo dos anos 2000, a canção destaca guitarras vibrantes e um refrão cativante. Os vocais são compartilhados entre Rachel e Niels Sorensen, criando uma interação que expressa a dificuldade de cortar laços definitivamente com alguém que ainda exerce influência emocional. O resultado é uma combinação eficaz de vulnerabilidade e sinceridade, evocando sonoridades semelhantes às de bandas como Green Day, Blink-182, Paramore e Avril Lavigne.
Embora tenha sido escrita por Niels Sorensen em 2025, “Don’t Call Me Baby” passou por diversas alterações ao longo do último ano. A mudança mais notável ocorreu após a entrada de Rachel Lynch na banda, pouco antes do evento Winter Formal promovido pelo grupo. Durante o processo de reescrita da segunda estrofe, ambos perceberam que a música havia adquirido uma nova perspectiva e decidiram regravar totalmente os vocais.
Antes de se juntar ao Used to Be Valentines, Rachel já era reconhecida por suas performances poéticas em turnês pelo Meio-Oeste dos Estados Unidos. Sua entrada na banda traz uma nova abordagem ao gênero pop punk tradicional, ampliando o espectro emocional da canção.
Este single também serve como um prenúncio do álbum Growing Pains, que sucederá The Good Years, o primeiro trabalho da banda. Enquanto o álbum anterior explorou temas relacionados à impulsividade da juventude e aos romances idealizados com suas perguntas “e se?”, o novo disco promete uma reflexão mais profunda sobre nostalgia, responsabilidade, identidade e os desafios de seguir em frente.
“‘Don’t Call Me Baby’ simboliza o momento em que finalmente descobri minha voz”, comenta Rachel Lynch. “A letra aborda o ato de deixar de escutar apenas um lado da história e reconhecer que minha voz deve ser ouvida. Eu posso ocupar meu espaço, falar alto e dizer a verdade. E você também pode.”
Produzida por Marcus Simonini em Rhode Island e com vocais gravados por Jacob Light no Shiny Eyes Studios na Califórnia, “Don’t Call Me Baby” dá início a uma nova fase para o Used to Be Valentines, apresentando um vislumbre da química entre Rachel Lynch e Niels Sorensen que irá moldar o som da banda em Growing Pains.
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